Conferência-Segundo Dia: Quarta-feira, 18 de novembro de 2009

8:30 Recepção

09:00 - 12:00 WORKSHOP A: Dissídio Coletivo - Como Os Conflitos São Solucionados E Novas Normas E Condições De Trabalho São Criadas Depois Que Todas As Tentativas De Negociações Foram Frustradas

12:00 Almoço

13:20 Abertura Do 2º Dia Da Conferência Pelo Presidente De Mesa

13:30 Um Enfoque Pró-Ativo Da Relação Capitaltrabalho Para Minimizar Conflitos Na Companhia

Os participantes terão a oportunidade de conhecer aspectos práticos da gestão da relação capital-trabalho na Vale, que começou a ser construída há 20 anos, quando ocorreu a última greve de empregados da empresa, e que está sendo reestruturada nos últimos 6 anos.

  • A essência da relação capital x trabalho
  • O conflito
  • O foco gestor x empregado
  • O papel do gestor
  • A comunicação
  • O foco empresa x sindicato

André Teixeira
Coordenador Executivo de Relações Trabalhistas
VALE

14:20 Práticas No Processo De Negociação Trabalhista E Sindical Que Atendem Os Colaboradores De Acordo Com Os Objetivos E Resultados Da Empresa

Esta palestra tem como objetivo apresentar como a área de relações sindicais de Furnas lida com os mais diversos anseios e necessidades dos empregados, visando acordos que contemplem as reivindicações dos trabalhadores e ao mesmo tempo a viabilidade dos objetivos e resultados econômicos para a companhia. O aperfeiçoamento do processo de negociação das relações trabalhistas e sindicais da empresa proporcionou avanços significativos, no que tange ao relacionamento entre os agentes envolvidos. Os participantes conhecerão as práticas adotadas e os resultados obtidos.

  • O sistema Furnas: subordinação e empresas integrantes
  • Práticas no processo de negociação - pauta nacional e pauta específica
  • Etapas da negociação
  • Acompanhamento do acordo

Luis Antonio Gonçalves Ferreira
Especialista em Negociações Sindicais
FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS

15:10 Como As Estratégias De Gestão Interferem No Nível De Comprometimento Dos Empregados

As empresas em geral podem conviver entre dois extremos de estratégias voltadas a gestão de pessoas. De um lado a estratégia do controle, onde o empregado é visto como um simples recurso que trabalha segundo um contrato, e que faz aquilo para o qual é remunerado. Ele deve ser cobrado, fi scalizado e punido para bem desempenhar o seu trabalho. Do outro, a estratégia do comprometimento, onde prevalece a valorização e respeito pelos recursos humanos, sendo visto como um parceiro que se envolve e se desenvolve para contribuir com o sucesso da empresa. Nesse intervalo, e dependendo do estágio, o sindicato encontra um ambiente propicio ou desfavorável para conquista de espaços junto a seus representados.

  • Estratégia do controle, características, forças e fraquezas
  • Estratégia do comprometimento, características, os objetivos sociais e econômicos na relação do trabalho
  • Por que um sindicato tem uma maior presença da gestão de uma empresa e menor em outra?
  • Como explorar programas de remuneração para aumentar o comprometimento dos empregados
  • Cultura organizacional, clima do trabalho e a relação com o modelo de estratégia em RH

Reinaldo Chaguri
VP Remuneração e Benefícios
AAPSA - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE GESTORES DE PESSOAS

16:00 Networking Coffee Break

16:30 Cultura E Clima Organizacional Como Estratégia De Relacionamento Com Funcionários E Facilitador Das Negociações Sindicais

Os participantes terão a oportunidade de conhecer como uma cultura organizacional baseada no humor, amor e significado - conceitos de Paul Evans, Insead - pode facilitar o relacionamento com trabalhadores e sindicatos. A palestra apresentará como a cultura da Intelig Telecom facilita as negociações sindicais.

  • Cultura e clima organizacional
  • Relações com funcionários e sindicatos
  • Palavras chaves: transparência, proximidade e parceria

Mônica Paiva
Diretora de DHO
INTELIG TELECOM

17:20 Gestão Da Transformação Organizacional E Governança De RH Para Melhoria Das Relações Do Trabalho

A gestão de mudanças - change management - ou como se chama na Accor Services, GTO, corresponde a um processo de mudança que pode afetar a cultura na implementação da estratégia organizacional. É o processo de transformação no sentido de manter ou melhorar a sua efetividade. Para tanto, devemos entender as resistências e os desafios que a mudança trará e verificar a melhor forma de promovê-la. Está palestra apresentará os resultados de modelo de gestão e de que forma pode ser aplicado para a melhoria das relações do trabalho.

  • A personalidade - cultura - da empresa pode ser modificada?
  • O comportamento manifesto como parte da organização
  • O lado humano da transformação
  • Comunicação, capacitação e gestão de conseqüências

Sérgio Perez
Gerente de Planejamento, Projetos e Processos Corporativos
ACCOR SERVICES

Eduardo Farias
Analista de Projetos e Processos
ACCOR SERVICES

18:10 Encerramento Do 2º Dia Da Conferência